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Ampliando a experiência com o Twitter
O Twitter é muito mais que uma simples ferramenta de micro-blogging, é uma rede social. É possível acompanhar a cobertura de diversos eventos, desde aquele fórum que você não pôde ir, até finais de campeonato, festas, notícias – e o que se puder imaginar.
Mais do que a capacidade de disseminação de informação, acredito que o grande vôo do passarinho azul seja a possibilidade de se obter um feedback praticamente instantâneo de ações. Dá para saber quantas pessoas falaram sobre um tema, acessaram um link, reenviaram uma mensagem, praticamente uma pesquisa qualitativa e quantitativa e melhor ainda, espontânea.
Conheça algumas ferramentas que podem ajudar bastante na captação de dados relacionados ao Twitter.
Twitter Search: a busca oficial do Twitter, por ordem cronológica. Ele avisa quando há resultados novos desde a sua última pesquisa, então fica fácil acompanhar um evento quando o pessoal usa uma #tag.
Twitter Counter: apresenta uma estatística sobre o número de seguidores do seu Twitter. É bem útil para mensurar o aumento de followers depois de uma campanha ou evento, por exemplo.
Tweetburner: diminua seu link, monitore quantos cliques e de onde vieram os acessos. Traz a estatística comparada da quantidade de links postados e dos cliques nos seus links. Se você não tem um link a ser monitorado, ainda pode aproveitar os top10 da hora na página inicial e saber que assunto está pegando fogo no mundo a fora.
Twilert: um Google Alerts para o Twitter. Escolha uma palavra-chave e receba por email atualizações com as mensagens que a usaram. Interessante para manter o controle sobre citações da sua marca ou evento.
Twuffer: agende as suas mensagens! Para quem usa o agendamento de posts em blogs, dá para programar as twittadas com jabás nos horários de maior movimento, ou mandar um lembrete do evento em que você foi e provavelmente nem lembra mais o que é Twitter.
Twistory: a melhor definição que encontrei foi um diário. Ele importa em tempo real suas mensagens do twitter e as separa por data e hora no seu calendário preferido. É muito bom pra lembrar o que estava fazendo naquela sombria quinta-feira do mês passado.
Enfim, dá para fazer muita pesquisa e gerar muita informação valiosa baseando-se no que acontece na “Twittosfera”. Essas são só algumas ferramentas, quais as que você recomenda?
6 comments Dezembro 18, 2008
Mais um bom exemplo de não-usabilidade
Estava atualizando meu álbum de referências através do Picasa 2, quando apertei, sem querer, no botão que fecha o programa. Eis que me surge a seguinte mensagem:
Beleza! Observe que a pergunta é “Deseja sair agora?“. Estudando as minhas opções:
- Sair agora – sair agora do programa ou da tela de aviso?
- Vá em frente – vá em frente e saia agora? ou vá em frente e continue meus uploads?
Na dúvida, apertei no x vermelho e consegui manter o programa aberto (que era a minha intenção). Tem outra interpretação dessa tela? Conta aí.
Possível Solução
Pensei primeiramente em “Continuar os uploads”, mas assim conflitaria com a afirmação que está entre parênteses. Seria uma confusão entre: continuaria os uploads depois de fechar (já que iniciei a ação de fechar ao apertar o botão x) ou manteria o programa aberto e os uploads em andamento?
Uma possível solução rápida seria trocar o “Vá em frente” por “Não sair”.
Tendo sempre em mente que, mesmo o meu caso tendo sido um clique acidental (não tinha a intenção de fechar o Picasa2), a mensagem é a resposta de uma ação direta “fechar o programa”. Ou seja, o usuário busca uma reação a ação dele mesmo, o que fez com que “Vá em frente” reafirme a primeira atitude que foi a de fechar o programa.
4 comments Outubro 31, 2008
A importância de padrões de usabilidade e experiência do usuário

A organização do mundo é baseada em padrões. Pense nas placas de trânsito, imagine se em cada cidade elas fossem diferentes e você tivesse que aprender o sistema toda vez que fosse viajar – mentalizou o caos? Na internet não é muito diferente, sites com nomenclaturas variadas para menus, tecnologias diversas em que ações idênticas nem sempre geram o mesmo resultado, entre muitas outras coisas com as quais todos já sofremos. Aí entra a experiência do usuário e os padrões de usabilidade.
Se você vê um botão, espera que ele vá gerar uma ação. Isso se chama modelo mental, é como uma imagem que aparece na cabeça antecipando o funcionamento das coisas de acordo com experiências anteriores. Partindo desse princípio, os ambientes virtuais (o seu sistema operacional, por exemplo) agregam algum valor cultural pré-existente para facilitar a interação com os usuários, como a idéia de janelas que abrem e fecham ou o próprio botão, que recebe um efeito 3D para imitar seu correspondente real. Essa idéia se estende a todos os elementos visuais e funcionais, cores, formas, seqüência, localização…
Parece óbvio, mas para quem cria as interfaces, no caso dos designers um layout, nem sempre é claro que todos os elementos estão dizendo alguma coisa e se não forem bem estudados, podem passar a mensagem errada ou simplesmente deixar passar algo importante. O Magazine Luiza, por exemplo, ignorou totalmente o conceito-padrão das abas de evidenciar um conteúdo enquanto esconde os outros e transformou apenas num enfeite estético.
Por isso, antes de criar um menu mirabolante ou um layout fora do comum achando que inovar é inverter conceitos, pense na experiência como um cliente procurando por alguma informação ou tentando preencher um formulário enorme com campos minúsculos e baixo contraste. Antes de ser bonito, o produto precisa ser funcional, agradar a quem realmente ele veio servir – o usuário. Egos no chão.
Para entender um pouco mais sobre padrões, veja alguns exemplos:
Yahoo! Design Pattern Library
UI-pattern: User Interface Design Pattern Library
UI Pattern Factory
1 comment Outubro 15, 2008
Ubiquity: o poder do usuário sobre mashups
Com a “web 2.0″, ganhamos diversas ferramentas dinâmicas API’s e a possibilidade de juntá-las em mashups, criando uma confluência de conteúdo. Basicamente API (Interface de Programação de Aplicativos) são os padrões que um sistema tem e podem ser usados para criar aplicações novas em cima das funcionalidades dele, como os plugins do seu navegador. Só que criar esses mashups está longe do alcance da maioria das pessoas, necessitando de conhecimentos em programação, por exemplo.
A idéia do Ubiquity, do Mozilla Labs, é dar poder ao usuário comum sobre essas ferramentas, juntá-las de acordo com a necessidade individual e lidar com elas através de comandos via teclado. Assim, tarefas que antes precisavam de muitas pesquisas em diversas fontes se resolvem com apenas uma linha de comando. Você poderia, por exemplo, combinar com os amigos um encontro em um bar e já anexar mapa, notícias e fotos no corpo do email, sem precisar copiar e colar ou de uma enxurrada de links enormes. Por enquanto, ele ainda está como protótipo na versão alfa 0.1, mas pode ser baixado para testes.
O conceito do programa vai mais além e abre uma discussão saudável sobre a eficiência entre uso de interfaces gráficas (janelas, ícones, menus e setas) e linhas de comando.
Clique na imagem para assistir ao video e ter uma idéia mais clara de como funcionará esse plugin para o Firefox.
Ubiquity for Firefox from Aza Raskin on Vimeo.
2 comments Agosto 27, 2008












